21 - 02 - 2003
Carnaval - Revolução - BH - 2004
Quase que não chego no sabado pois, tendo esgotado a passagem para o ônibus da tarde, deveria pegar o das 23 horas, o que me faria chegar em BH lá pelas 4 ou 5 horas de domingo, 1º dia do evento . obs: Fomos eu e meu companheiro de banda, Carlos D.
Ao chegarmos na Rodoviária fomos logo perguntando aos dali como chegavamos na Rua Paraná. A recepcionista, muito simpática por sinal, nos advertiu que aquele pedaço tem alto índice de assalto (e eu com um equip. de mais de R$ 1000). Nos sentindo os fodões, e com o mapa da cidade nas mãos, saímos pela cidade desconhecida. Mais uns dois transeuntes nos advertiram da insegurança local e, quando iamos parar debaixo de um viaduto - assalto certo - um cara ofereceu ajuda. Dispensamos.
_ Tomara que sejam assaltados! Bradou o homem. E foi em direção a rodô.
Chegamos ao Hotel depois de fazer um contorno na praça, andando uns 200 m a mais para fugir de estranhos debaixo de uma marquize no caminho mais curto.
Nos apresentamos na portaria e fomos levados ao terraço por um morador (que dias depois se mostrou um homem feminino). O pessoal da organização havia acabado de sair mas achamos umas pessoinhas lá no terraço...
a partir de agora vou tentar passar para a primeira pessoa.
...vim a saber que eram pessoas da organização que vieram de outras cidades como RJ (CMI), sampa(Radio Muda), Goiania (CMI).
Os caras se mostraram um tanto quanto antipáticos, mais do que esperaria.
Pô! já tava revoltado com o terror que me colocaram desde que cheguei na cidade, encontro uns caras e duas minas que, à princípio, se mostram pouco sociáveis...
Ah! Chegaram, nesse interim, os dois casais mais bizarros do CR. As duas lésbicas LINDAS e; o gigante infantil de Niterói e a duende de Petrópolis.
Daí foi só ouvir mais um beck e catar um canto p/ dormir.
ZZZZZZZZZZZZZZZZZ!!!!!!!!
Domingo: 1º dia do Carnaval Revolução
O dia começa tumultuado, as coisas não saem como o planejado. Ônibus de sampa chegando, bandas e palestrantes cancelando na hora, quase todos os eventos trocam de horário, repressão interna pois os organizadores são SXE.
As pessoas, principalmente os belorizontinos pareceram não muito amigáveis mesmo.
Aqui tem gente de todo lugar, de nativos a espanhóis, angolanos etc.
Eu tinha feito um roteiro que foi impossivel se seguir. Acabei me infiltrando na Radio Carnaval Revolução, a 'coisinha' que mais deu certo no CR. Eu não saía de lá e tive meus momentos de DJ, entrevistador, debatedor, jornalista, comentarista e, entrevistado, pois foi tocado praticamente todo o CD do Sensorial Estereo enquanto eu e Carlos D falavamos sobre a banda e a cena no RJ.
Barzinho de noite e uma andada a procura de locais apropriados para a prática do grafite e ... sono.
Segunda- feira, penúltimo dia do evento:
Após umas três horas de sono, me levanto com o chamado dos sobreviventes do primeiro dia de Carnaval Revolução. Hoje consegui executar meu roteiro. A Capoeira logo de manhã mudou a minha visão do CR e deu um gás pra eu praticar mais essa arte. Estou todo quebrado (e bronzeado).
Participei de oficinas muito legais: Edição de audio (CMI), onde aprendi um pouco mais sobre Linux e streamming; fizemos, eu e mais três garotas, uma matéria como exercício: entrevistamos um organizador e um cara que passava por lá; Pedagogia Libertária (UFRJ), um pouco do histórico dessa atividade no mundo e no Brasil e propostas de execução nos dias de hoje, como escolas comunitárias, MST etc. Tive que sair antes do fim pois queria aproveitar algo da oficina de Serigrafia: Debaixo de um barulho infernal de uma banda de Rap - acho que cubana - e cheio de dor de cabeça, aguentei o que pude mais tive que ir tomar um banho para relaxar.
Saí para comer algo na rua pois lá só tinha comida Vegan. Os salgados eram frios na maioria das vezes. Tinhamos que fugir para a padaria -baratíssima em comparação com as daqui.
Nessa hora a chuva castigava BH. As ultimas bandas do dia ficaram sem tocar pois o terraço virou uma piscina.
à noite, e com a chuva menos densa, rolou uma festinha do pessoal da TEMP (SP) numa boate na cidade. Foi legal. Bebi umas cerva e não peguei ninguém, apenas conversei um tempão com a M.A, pouco antes de sairmos juntos eu, ela, Renato (SP), as meninas de Petrópolis (o casal mais bonito do mundo) e mais um maluco.
De volta ao hotel, já não tinha como dormir no terraço (unico lugar a se dormir de graça) e tive que ir me virando deitando em qualquer canto nos corredores do Hotel. Pulei para uns três lugares diferentes. Noite mal dormida.
obs: Assisti alguns videos na sessão Carnaval Carnaval. Um deles era um carneiro sendo dissecado vivo, mostrando a crueldade humana para com os animais indefesos.
Terça- feira- ultimo dia do Carnaval Revolução:
Dificuldades para dormir, terraço - dormitório - alagado, ressaca e indisposição - falta de energia - para outra maratona de debates, bandas e afins.
Palestra sobre Drogas onde a palestrante me fez não me sentir culpado por ter tomado o café dela. Gostei da palestrante e do assunto tratado. O que é e o que não é droga, coisas sobre se cuidar para não adquirir doenças quem divide canudos ou agulhas ("o melhor é ter o seu"), grupo de Recife que tem uma espécie de AA dos maconheiros, toda substancia ingerida provoca uma reação corporal etc
Fiz a oficina de Teatro: que desbloqueou-me e fez meu coração quase pular de tanto que batia devido aos exercicios. O Carlos participou dessa comigo, chegou já havia começado. Fizemos uns exercicios que me remeteram à Soma. Fizemos uma esquete que o pessoal que assistiu gostou. Tudo no improviso. Pena não terem filmado.
Agora é hora de se preparar para o bloco que fecha o Carnaval Revolução. Nem tomei banho, deixo para depois do bloco. Pego meu tamborim e meu triângulo e saio com Carlos e mais o Pedro (menino gigante niteroiense): Uma figura de uns dois metros de altura, que deve ter uns quinze anos e se veste como tal. Tem Black Power e usa unha pintada igual ao Ozzy.
Lá embaixo dizem que o pessoal já saiu, para uma praça qualquer que não sabíamos onde era. Perguntei para dois casais se eles sabiam para onde o pessoal tinha ido e eles disseram que iam para lá. Fomos seguindo eles uns dez minutos e, depois de varias batidas em bancas de jornal, uns tapas e muita desinformação para onde estávamos indo, decidimos dizer tchau para eles e procurar o caminho nós mesmos (agora penso o que teria acontecido se tivessemos seguido eles até o pastelzinho que iriam comer que era proximo da praça que eles achavam que o pessoal tinha ido se encontrar para sair com o bloco). Direção oposta.
Voltamos em direção ao hotel e, perguntando a transeuntes se viram um grupo com latas na mão. Para lá! para ali!... Acabamos dando na praça à uns 100 metros do Hotel, no sentido contrario ao que saimos e que nos fez gastar sola da chinelo à toa.
Assim que chegávamos o pessoal já ia saindo da praça. Tivemos que nos apressar para sair junto com eles. Eram mais de duzentas pessoas, entre o pessoal que havia estado no Carnaval Revolução nos ultimos três dias e pessoas dali.
O bloco saiu da praça e caminhou em direção à Rua Paraná. De repente, mandaram parar o bloco. Não sabia o que acontecia. Até então eu estava ali para me divertir num bloco anti- carnavalesco. Sem entender o motivo, voltei com as inumeras pessoas para a praça, foi quando vi um policial à frente do bloco e as pessoas gritando de alegria. Pensei: Que legal! um policial vai nos 'segurar' durante a caminhada do bloco.
Me enganei. O que as pessoas gritavam era para o policial soltar o menino que ele segurava pela gola da blusa.
A rua Paraná foi praticamente fechada pela confusão.
Correria, carros de policia chegando de tudo que é lado, cassetetes e fuzis à mostra, pontapés, socos, empurrões.
Cinco presos, incluindo o menor.
Agora, a minha versão depois que percebi o que acontecia realmente:
A concentração na praça fez com que o policial prendesse o menor por estar portando duas latas de grafite. Não sei se ele pegou o moleque pixando ou o que foi. Sei que o dono das latas não era ele e sim um punk local que dispensou as latas assim que viu os policiais (eram dois na praça). O menor pegou as latas e sofreu a consequencia, sendo levado para a delegacia pelo policial - essa era a hora que cheguei com meus amigos na praça.
O povo não achou correto o menino ser levado e partiu pra cima do policial com o intuito deste não levar o menino. Pelo que percebi nessa hora, era tudo verbalmente. O policial se assustou. Puxou a arma. A confusão foi formada.
O reforço chegou e, sim, já chegaram para arrasar. Eles foram mais violentos do que precisava. Tenho certeza que acharam que tratavam com arruaceiros. Talvez teria sido menos violento se algumas pessoa não tivessem descontado sua raiva num policial (só o vi caido detrás dum carro e sendo pisoteado). Era muita confusão. Não sou capaz de dizer com certeza quem foi que começou mas, com certeza, a policia exagerou. Prenderam uma moça só porque jogou um boneco de papelão em cima do capô do carro de policia (nesse momento acho que ainda não tinham mais do que três carros). Eles arrastavam a moça como se fosse o pior dos bandidos. E quem ousasse se meter levava empurrões, cassetadas etc. Nessa hora vi uma senhora belorizontina jogar um pedaço de pau nas costas do policial que arrastava a moça.
Várias vezes me vi sendo pego por policiais, só por estar por ali por perto.
Dois micro-ônibus da policia chegaram, levaram mais um jovem: O que agrediu um policial por este ter agredido uma outra moça quando esta duvidou ele lhe dar um tiro (me disseram que o policial apontou realmente a arma para ela). O rapaz a conhecia e tomou as dores.
É claro que os integrantes do "bloco" se tornaram algo em torno de cinquenta pessoas, entre os que chegaram depois do tumulto, policiais (uns trinta) etc. Essa minha conta pode estar errada mais a proporção é essa aí.
Poderia estar difamando os policiais e tratar os 'manifestantes' como bonzinhos, mas estou tentando ser o mais justo possivel. Os manifestantes não deveriam em hipotese alguma ter respondido as agressões desnecessárias e, principalmente, à chegada carnavalesca da policia, deviam todos parar e não manter o ambiente tumultuado, pois era isso que a policia queria. Já esperava desde o primeiro dia do evento. Era o que faltava para dar um pouquinho de ação a eles que trabalhavam em pleno carnaval.
A policia errou por achar que se tratavam de pessoas perigosas e chegarem daquele jeito. Só não saiu tiro porque eram pessoas de bem que só queriam se divertir e não concordaram com a prisão do menor.
Daí fui até a porta da Delegacia da Policia Civil com os trinta que não correram quando a policia chegou (lembra da moça que conversei lá na boate? ela é que foi presa). Em clima de manifestação nos sentamos na rua. Carros de policia chegaram e dessa vez fui 'tocado' por um policial, que me levantou do chão e me colocou de pé com um só movimento de seus pesados braços. Cassetete na cabeça de um cara etc. Conseguiram nos colocar na calçada para não atrapalharmos o transito.
Muito disso é possivel se ver no sitio do CMI. As fotos lá estão com qualidade bem ruim mas os videos valem a conferida.
Uma pena não termos um advogado ali na hora, não haver uma organização por parte dos foliões transformados em manifestantes, por ter também moradores que incitavam a violencia contra a policia (que eles mesmo não têm coragem de fazer no dia- a -dia pela repressão que sofrem. Se aproveitaram da ocasião para desabafar).
Uma advogada foi contactada (o pessoal do CMI tinha costas quentes). O pessoal é levado p/ uma outra delegacia.
Cansado, subo para um banho, como algo, falo um pouco na radio, converso com os outros sobre o que aconteceu. Ouço um beck com um pessoal de BH. Agora é só se preparar para dormir. Amanhã cedo devo partir. Só que o terror não acabou.
Tem dois policiais plantados em frente ao Hotel. Quem sai é parado e tem que responder a perguntas. Ninguém pode dormir no terraço, não sabem se a policia vai invadir o hotel a qualquer momento. O contrato com o hotel vai até essa noite. Os aquipamentos tem que ser lacrados e transportados. Back up geral.
Lá do terraço ainda sou obrigado a assistir à policia bater em duas mulheres que trouxeram num camburão e um cara que estava sentado ali proximo e acabou entrando na dança.
Ainda tenho que catar um quarto para dormir, ajudo a arrumar uns equip no quarto.
Tenho que me acalmar pois não posso fazer mais nada e amanhã bem cedo estou indo embora.
Como pudemos ver não houve bloco. O carnaval, como manifestação popular, livre de repressões sociais e morais definitivamente não aconteceu na rua. No Hotel Bragança tive consciencia do quanto precisamos nos unir os que não concordam com o rumo que as coisas tomam nesse mundo cada vez mais levado pelo capitalismo à sede de poder.
Algumas bandas que assisti nestes três dias: Instinto, Morte Asceta, Operação Comdor, uma de RAP, Confronto, Mordeorabo (adorei essa! lembra bastante Hurtmold).
Em 24-02-04 13:28h / diretamante da sala do CMI no segundo andar do Hotel Bragança na Avenida Paraná n 109 - Centro de Belo Horizonte e; finalizado do trampo no RJ em 08/03/04 às 12:35h
EDP
Materializadas em bits toxinas neurais trazidas pelos ventos daquilo que simplesmente é. Isto é nada se não for para o Todo.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2004
terça-feira, 17 de fevereiro de 2004
sábado, 14 de fevereiro de 2004
terça-feira, 27 de janeiro de 2004
Há principio pensei nesse blog como uma espécie de diário virtual, onde eu registro surpresas do meu dia-a-dia. Mas aí ví que tenho certa dificuldade de contar fatos verídicos mantendo sua veracidade. Minha mente insiste em contar de um jeito particular, o de alguém que está dentro da situação. Mostrar a realidade do meu ponto de vista.
Foda-se! Não é um diário virtual (pois não posto diáriamente) com formato específico. De acordo com minha disponibilidade vou registrar aqui o que minha mente reciclar da existência.
Rio de Janeiro 09:00h, século 21. Após uma noite com Joana.
(Arquivos recentes:):
ANSIEDADE
Cadeira quente
Informação equivocada ao atleta surdo
Me medicando por gripe.
Isso não me sai da cabeça
É como se me esforçasse para lembrar
Desamparo!
A suavidade do universo
Sensação de incomodo!
Inquietação!
Quero enfiar minha cabeça num buraco
Estar sem sensações, sem respostas nos nervos
Posso chorar a qualquer momento
E quase riso no espelho.
Responsabilidade. Sarcasmo.
Parece que vou vomitar.
Tensão localizada no aparelho digestivo
Bolo fecal à beira do abismo
Tire a telha da casa, maior que ela.
Se chover você está protegido.
..................... .................. ....................
NATURAL SELETIVA
Os extremos
É pequeno
Amar diferenças
Nesse momento
A cada dia mais forte
Hormônios são sensações
Tempestade
A cadeira é uma droga
Não às prisões.
Natural seletiva
E o que fazer
Musica Independente
Não RN’R!
Não MPB!
www.forumsocialmundial.org.br
(2004)
Assuntos:
Soberania alimentar
Acesso à terra
Militarização
Democratização da midia
Novos desafios no mundo do trabalho
O problema da agua
Efeitos nefastos da globalização
Propõe:
Uma nova racionalidade
Para organizar a existência
Dos povos em nosso planeta
Isso demora muito.
Acontece:
Acumulo de discussões
Troca de experiencias
Internacionalismo que interessa e rende frutos
É:
Não é organização internacional
Incentiva a discussão sobre os dilemas da humanidade
Estimula a articulação de circulos internacionais
Em cada país, cada um com seu jeito e cultura
Contra o capital dos EUA e sua maquina de guerra
Foda-se! Não é um diário virtual (pois não posto diáriamente) com formato específico. De acordo com minha disponibilidade vou registrar aqui o que minha mente reciclar da existência.
Rio de Janeiro 09:00h, século 21. Após uma noite com Joana.
(Arquivos recentes:):
ANSIEDADE
Cadeira quente
Informação equivocada ao atleta surdo
Me medicando por gripe.
Isso não me sai da cabeça
É como se me esforçasse para lembrar
Desamparo!
A suavidade do universo
Sensação de incomodo!
Inquietação!
Quero enfiar minha cabeça num buraco
Estar sem sensações, sem respostas nos nervos
Posso chorar a qualquer momento
E quase riso no espelho.
Responsabilidade. Sarcasmo.
Parece que vou vomitar.
Tensão localizada no aparelho digestivo
Bolo fecal à beira do abismo
Tire a telha da casa, maior que ela.
Se chover você está protegido.
..................... .................. ....................
NATURAL SELETIVA
Os extremos
É pequeno
Amar diferenças
Nesse momento
A cada dia mais forte
Hormônios são sensações
Tempestade
A cadeira é uma droga
Não às prisões.
Natural seletiva
E o que fazer
Musica Independente
Não RN’R!
Não MPB!
www.forumsocialmundial.org.br
(2004)
Assuntos:
Soberania alimentar
Acesso à terra
Militarização
Democratização da midia
Novos desafios no mundo do trabalho
O problema da agua
Efeitos nefastos da globalização
Propõe:
Uma nova racionalidade
Para organizar a existência
Dos povos em nosso planeta
Isso demora muito.
Acontece:
Acumulo de discussões
Troca de experiencias
Internacionalismo que interessa e rende frutos
É:
Não é organização internacional
Incentiva a discussão sobre os dilemas da humanidade
Estimula a articulação de circulos internacionais
Em cada país, cada um com seu jeito e cultura
Contra o capital dos EUA e sua maquina de guerra
sexta-feira, 9 de janeiro de 2004
Questionando a Verdade Absoluta como algo que acobre toda a vida e é independente delas ...
O que é a realidade? quem é 'são' hoje em dia? porque eu sou considerado por alguns anormal numa sociedade globalizada e em constante mutação? será que os padrões sociais de cinco mil anos atrás devem ser seguidos submissamente nos incoerentes dias de hoje? esses padrões são reais ou já foram desmitificados na Idade Média?
Essas questões são pertinentes se levarmos em consideração as religiões.
Nada é para sempre.
É dito que Deus desce à Terra quando há o aumento da irreligião. Isto já aconteceu algumas vezes, quando Ele tomou forma de homens como Jesus Cristo, Buda, Moisés, Krishna.
A irreligião impera.
Onde está Deus? Onde está o Cristo dessa era?
Essa é a mentalidade ignorante dos mais poderosos governos.
E da humanidade -inconscientemente-, que chama a atenção desse 'Deus' bom lançando bombas nucleares, poluindo a atmosfera desenfreadamente, assassinando pessoas como se mata um mosquito.
O que querem é que Deus desça -apareça na sua forma pessoal- e mostre sua face.
O Homem inventou Deus e precisa mantê-lo fazendo exatamente o que já está escrito. Preso às leis estipuladas por antepassados.
Por quê essa humanidade não aproveita que já sabe que tudo vai acabar em fogo -os raios do sol sem fitros naturais- e evita a extinção da própria espécie? Faz exatamente o contrário?
Não há nada além de nós, aqui, perdidos nesse Universo infinito, que cresce, se desenvolve e se multiplica assim como nossas células, assim como nós em vida.
No mundo, palavras perdem o sentido original. Novas e novos significados são desenvolvidos de acordo com a necessidade social e a evolução científica.
Esta Terra nos foi dada para vivermos, sustentarmos e cuidarmos dela (se quisermos ficar aqui). E o que fazemos???
Já que é dificil executar todas as autorizações dos Livros Sagrados, porquê seguir o que convém e recusar o oposto?
É melhor começar executando o que pede o próprio organismo, o ser individual. Isso é cada vez mais dificil nessa sociedade que quer todos sem vontade própria.
Aconteceu uma coisa extraordinária há pouco:
O céu estava com um dourado como nunca vi antes. Já vi céu púrpura, cinza, azul, negro mas, dourado foi a primeira vez, e foi muito especial.
09/jan/04 20:22h
O que é a realidade? quem é 'são' hoje em dia? porque eu sou considerado por alguns anormal numa sociedade globalizada e em constante mutação? será que os padrões sociais de cinco mil anos atrás devem ser seguidos submissamente nos incoerentes dias de hoje? esses padrões são reais ou já foram desmitificados na Idade Média?
Essas questões são pertinentes se levarmos em consideração as religiões.
Nada é para sempre.
É dito que Deus desce à Terra quando há o aumento da irreligião. Isto já aconteceu algumas vezes, quando Ele tomou forma de homens como Jesus Cristo, Buda, Moisés, Krishna.
A irreligião impera.
Onde está Deus? Onde está o Cristo dessa era?
Essa é a mentalidade ignorante dos mais poderosos governos.
E da humanidade -inconscientemente-, que chama a atenção desse 'Deus' bom lançando bombas nucleares, poluindo a atmosfera desenfreadamente, assassinando pessoas como se mata um mosquito.
O que querem é que Deus desça -apareça na sua forma pessoal- e mostre sua face.
O Homem inventou Deus e precisa mantê-lo fazendo exatamente o que já está escrito. Preso às leis estipuladas por antepassados.
Por quê essa humanidade não aproveita que já sabe que tudo vai acabar em fogo -os raios do sol sem fitros naturais- e evita a extinção da própria espécie? Faz exatamente o contrário?
Não há nada além de nós, aqui, perdidos nesse Universo infinito, que cresce, se desenvolve e se multiplica assim como nossas células, assim como nós em vida.
No mundo, palavras perdem o sentido original. Novas e novos significados são desenvolvidos de acordo com a necessidade social e a evolução científica.
Esta Terra nos foi dada para vivermos, sustentarmos e cuidarmos dela (se quisermos ficar aqui). E o que fazemos???
Já que é dificil executar todas as autorizações dos Livros Sagrados, porquê seguir o que convém e recusar o oposto?
É melhor começar executando o que pede o próprio organismo, o ser individual. Isso é cada vez mais dificil nessa sociedade que quer todos sem vontade própria.
Aconteceu uma coisa extraordinária há pouco:
O céu estava com um dourado como nunca vi antes. Já vi céu púrpura, cinza, azul, negro mas, dourado foi a primeira vez, e foi muito especial.
09/jan/04 20:22h
quinta-feira, 8 de janeiro de 2004
2 de janeiro de 2004; o Mother Joans toca na LB na Bunker.
Odeio a Bunker! Luciano Vianna não representa nada para mim e , p. favor, me diga o que esses midsamer fazem para a cultura no rio de janeiro ou no planeta além da esquina deles.
É um grupinho fechado que só existe para dar e fazer festa na zona sul.
Retornando ao dia 2, melhor ainda. Retornando ao dia 1 de janeiro de 2004:
Cheguei em casa amanhecendo pois passei a virada na casa de um amigo comendo coxa e coração de galinha e bebendo cerveja e pitando.
Fiquei na maior deprê pois eram uns quatro casais e eu segurando vela. O rastafari foi mais esperto que eu e se mandou para a praia da Barra. Mas tudo bem. Estava com conhecidos e estava perto de casa.
Só no dia seguinte fui descobrir que meu mal estar se tratava de uma gripe africana, assim como as abelhas, de tão ruim que fiquei. Passei todo o dia primeiro e as primeiras horas do dia segundo de cama, ou melhor, de chão, pois nem tive disposiçao para subir para a cama. Febre, delírio, sem comer. E dia dois com show marcado.
O Edio (vocal do MJ) me ligou logo cedo (tinham me ligado o dia todo no dia 1 mas não estava neste plano) para ver como estava e confirmei a minha presença nas baquetas. Tomei uns remédio, me enchi de agasalho e, à base de red bull, fui tocar no antro da perdição (que era aquilo cheio de gringo?).
Como sempre, nos apressaram na passagem de som e, depois de semi-passar fomos para o bar (eu , só de red bull). Tinha largado a bolsa com minha camera lá no ''palco '' (se é que pode se chamar aquilo de palco: só cabem a bateria e uma coluna de Meteoro de tampa a visão do baterista. O palco é diagonal e o espaço de público pequenininho. O som não tem para onde sair e a iluminação... voltei para resgatar a dv. E ocorreu!!! : fiquei preso sem poder sair porque entrou, não pode mais sair. Veja só: "musico impedido por segurança (engravatados escrotos) de ir e vir do local onde se apresenta"
Fiquei muito puto da vida e enchi o saco do sacana por pelo menos dez minutos. Quando vi que não tinha jeito, fui dar uma circulada pela boate, tomar um red bull.
Resultado: o que valeu mesmo foi o show, suei pra caralho e ganhei uns calos nos dedos.
Até a próxima!
16 de janeiro tem MJ na Constituição, no Centro.
Odeio a Bunker! Luciano Vianna não representa nada para mim e , p. favor, me diga o que esses midsamer fazem para a cultura no rio de janeiro ou no planeta além da esquina deles.
É um grupinho fechado que só existe para dar e fazer festa na zona sul.
Retornando ao dia 2, melhor ainda. Retornando ao dia 1 de janeiro de 2004:
Cheguei em casa amanhecendo pois passei a virada na casa de um amigo comendo coxa e coração de galinha e bebendo cerveja e pitando.
Fiquei na maior deprê pois eram uns quatro casais e eu segurando vela. O rastafari foi mais esperto que eu e se mandou para a praia da Barra. Mas tudo bem. Estava com conhecidos e estava perto de casa.
Só no dia seguinte fui descobrir que meu mal estar se tratava de uma gripe africana, assim como as abelhas, de tão ruim que fiquei. Passei todo o dia primeiro e as primeiras horas do dia segundo de cama, ou melhor, de chão, pois nem tive disposiçao para subir para a cama. Febre, delírio, sem comer. E dia dois com show marcado.
O Edio (vocal do MJ) me ligou logo cedo (tinham me ligado o dia todo no dia 1 mas não estava neste plano) para ver como estava e confirmei a minha presença nas baquetas. Tomei uns remédio, me enchi de agasalho e, à base de red bull, fui tocar no antro da perdição (que era aquilo cheio de gringo?).
Como sempre, nos apressaram na passagem de som e, depois de semi-passar fomos para o bar (eu , só de red bull). Tinha largado a bolsa com minha camera lá no ''palco '' (se é que pode se chamar aquilo de palco: só cabem a bateria e uma coluna de Meteoro de tampa a visão do baterista. O palco é diagonal e o espaço de público pequenininho. O som não tem para onde sair e a iluminação... voltei para resgatar a dv. E ocorreu!!! : fiquei preso sem poder sair porque entrou, não pode mais sair. Veja só: "musico impedido por segurança (engravatados escrotos) de ir e vir do local onde se apresenta"
Fiquei muito puto da vida e enchi o saco do sacana por pelo menos dez minutos. Quando vi que não tinha jeito, fui dar uma circulada pela boate, tomar um red bull.
Resultado: o que valeu mesmo foi o show, suei pra caralho e ganhei uns calos nos dedos.
Até a próxima!
16 de janeiro tem MJ na Constituição, no Centro.
terça-feira, 16 de dezembro de 2003
Ano novo. A vida continua. Cada vez me descobrindo um libertário, que tenho que aproveitar e curtir a vida pois só tenho esta.
Ontem lia 'Sem Tesão Não há Solução', de Roberto Freire, e uma passagem me fez pensar bastante: diz que o Universo só tem lado de fora. Ou que o lado de dentro do Universo é fora. Só lendo mesmo para entender as teorias libertárias do criador da Somaterapia. Entre outros, em consciente coletivo, ele diz que compactua com a obra poética de Pessoa, essa obra pertence ao citado leitor (Freire)... Ou seja, Hamlet é minha obra... Que se, por exemplo, o som dos Beatles é musica para os ouvidos, é porque compactuamos de um mesmo (in)consciente coletivo... e por aí vai.
Uma coisa que pensei mas, se não me engano, o autor desmentia:
se eu morro nessa dimensão, me suicido,... morro, eu continuo vivo, só que os que ficaram não me vêem, pois abandonei esse corpo.
Eu desenvolvi essa teoria a partir do 'Sem Tesão...'. Já tive a imprensão de meu corpo ter ficado estendido no caminho ao olhar p/ trás e ver o ônibus parado no sinal. Viagens!!!
Ou seja, se já morri, agora estou numa outra dimensão que p/ mim é a mesma da vida que levava.
Junto à teoria de que só temos essa vida, e que ao morrer acaba tudo, somo a minha teoria de que sempre serei o Eduardo enquanto não morrer de morte natural (envelhecer e morrer).
Se morrer de morte por doença na velhice, o máximo que ganho é outro corpo.
Posso também viver nos espaços celestiais com os grandes sábios ou mesmo viver no Paraiso, mas acredito que essas são concepções criadas pelo Homem. Deus está além de toda e qualquer compreensão que possa ser conseguida por qualquer ser vivo. Daí o ideal libertário: nada do que eu ou qualquer homem possa alcansar é a verdade absoluta pois ela está acima de qualquer compreensão dos sentidos materiais.
Ontem lia 'Sem Tesão Não há Solução', de Roberto Freire, e uma passagem me fez pensar bastante: diz que o Universo só tem lado de fora. Ou que o lado de dentro do Universo é fora. Só lendo mesmo para entender as teorias libertárias do criador da Somaterapia. Entre outros, em consciente coletivo, ele diz que compactua com a obra poética de Pessoa, essa obra pertence ao citado leitor (Freire)... Ou seja, Hamlet é minha obra... Que se, por exemplo, o som dos Beatles é musica para os ouvidos, é porque compactuamos de um mesmo (in)consciente coletivo... e por aí vai.
Uma coisa que pensei mas, se não me engano, o autor desmentia:
se eu morro nessa dimensão, me suicido,... morro, eu continuo vivo, só que os que ficaram não me vêem, pois abandonei esse corpo.
Eu desenvolvi essa teoria a partir do 'Sem Tesão...'. Já tive a imprensão de meu corpo ter ficado estendido no caminho ao olhar p/ trás e ver o ônibus parado no sinal. Viagens!!!
Ou seja, se já morri, agora estou numa outra dimensão que p/ mim é a mesma da vida que levava.
Junto à teoria de que só temos essa vida, e que ao morrer acaba tudo, somo a minha teoria de que sempre serei o Eduardo enquanto não morrer de morte natural (envelhecer e morrer).
Se morrer de morte por doença na velhice, o máximo que ganho é outro corpo.
Posso também viver nos espaços celestiais com os grandes sábios ou mesmo viver no Paraiso, mas acredito que essas são concepções criadas pelo Homem. Deus está além de toda e qualquer compreensão que possa ser conseguida por qualquer ser vivo. Daí o ideal libertário: nada do que eu ou qualquer homem possa alcansar é a verdade absoluta pois ela está acima de qualquer compreensão dos sentidos materiais.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2003
Um amigo se dizia deprimido pela merda que é a musica(o Rock) hoje em dia. Disse para ele:
Lembre-se da decaida do rock nos anos 80, quando a eletronica tomou conta dele. O primo sucumbiu.
Depois do revival dos 90, outra queda no fim desses quando a eletronica novamente balançou os andaimes construidos com muito suor desde os tempos de tio Chucky Berry.
Agora ele (o rock) tem que se desdobrar para manter-se no lugar (que nunca foi no topo da Billboard mesmo). Pelo menos manter-se vivo. E como a morte é uma outra forma de vida(imanifesta). Nossa fenix sempre volta. É só buscar outros (os grandes) momentos, quando tinha um maior e sincero contexto politico, talvez. Nessas horas o Rock funciona melhor, né?
Como a geração atual 'não tem do que reclamar'(???). "Está tudo muito bom. Tá tudo muito bem mas, realmente..."
Lembre-se da decaida do rock nos anos 80, quando a eletronica tomou conta dele. O primo sucumbiu.
Depois do revival dos 90, outra queda no fim desses quando a eletronica novamente balançou os andaimes construidos com muito suor desde os tempos de tio Chucky Berry.
Agora ele (o rock) tem que se desdobrar para manter-se no lugar (que nunca foi no topo da Billboard mesmo). Pelo menos manter-se vivo. E como a morte é uma outra forma de vida(imanifesta). Nossa fenix sempre volta. É só buscar outros (os grandes) momentos, quando tinha um maior e sincero contexto politico, talvez. Nessas horas o Rock funciona melhor, né?
Como a geração atual 'não tem do que reclamar'(???). "Está tudo muito bom. Tá tudo muito bem mas, realmente..."
terça-feira, 25 de novembro de 2003
IF
intro
INCOMPLETE FERN WISH TO GROWS
MULTIPLY HIS CELLS
INCOMPLETE FERN WISHES TO DISCOVER
EXPLORE MATERIAL NATURE - DISTORTION -
INCOMPLETE FERN WISH TO BREATH
POLLUTE HIS LITTLE LUNG
INCOMPLETE FERN HAVE TO KNOWS
HERE SUFFERING ENOUGH
INCOMPLETE FERN
LISTEN HIM
Intro
INCOMPLETE FERN WISH TO EAT
DRINK, HAVE SEX AND DEFFEND HIMSELF
INCOMPLETE FERN BORN
GET OLD, BE SICK AND DIE
INCOMPLETE FERN CAME TO EARTH
BUT HE’S SPIRITUAL SOUL
INCOMPLETE FERN WISH TO SHOUT
RAIL MIDWIFE
INCOMPLETE FERN
LISTEN HIM
Intro ( solo)
TAKE IT EASY, WOODSTOCK!
BODY PERISHES BUT
BEING INSIDE GOES ON
LOUISE (AGO 03)
I WANT LOUISE
DANCING BEE
I WANT LOUISE
IN THE NIGHT
ILUMINATED STAGE
BEE THOUSAND GIGS
PORTA UMIDA 18,19 AGO 2003
SOMOS IGUAIS QUANDO ESTAMOS JUNTOS
QUITES COM ELA
NADA EXISTE NESSE MUNDO SEM OPOSTO
A MENTE INCONTROLADA IMPELE AO CONTRARIO
TEM UMA FORMA MINHA ONDE NÃO POSSO TOCAR
UMA FORÇA ATRATIVA ESTÁ LÁ. E AQUI
DE CERTA FORMA SOU SUA PARTE INTEGRANTE
P43
ONDE ESTÁ SEU CORAÇÃO
ESTÁ SEU TESOURO
A VIDA É O RESULTADO
DE NOSSOS DESEJOS
PENSAMENTOS
LEMBRANÇAS PASSADAS
BEM SUCEDIDO È QUEM NÃO
RECLAMA DA SUA CONDIÇÃO ATUAL
TENTAR RECORDAR CONSTANTEMENTE
A MENTE PRECISA DE DISCIPLINA
ASSOCIAÇÃO COM O QUE É FAVORÁVEL
AO O Q Ñ É MATERIALISTA
COM OS DEVOTOS, COM OS LIVROS
DE PRABHUPADA, MAHA- MANTRA, DEIDADES.
intro
INCOMPLETE FERN WISH TO GROWS
MULTIPLY HIS CELLS
INCOMPLETE FERN WISHES TO DISCOVER
EXPLORE MATERIAL NATURE - DISTORTION -
INCOMPLETE FERN WISH TO BREATH
POLLUTE HIS LITTLE LUNG
INCOMPLETE FERN HAVE TO KNOWS
HERE SUFFERING ENOUGH
INCOMPLETE FERN
LISTEN HIM
Intro
INCOMPLETE FERN WISH TO EAT
DRINK, HAVE SEX AND DEFFEND HIMSELF
INCOMPLETE FERN BORN
GET OLD, BE SICK AND DIE
INCOMPLETE FERN CAME TO EARTH
BUT HE’S SPIRITUAL SOUL
INCOMPLETE FERN WISH TO SHOUT
RAIL MIDWIFE
INCOMPLETE FERN
LISTEN HIM
Intro ( solo)
TAKE IT EASY, WOODSTOCK!
BODY PERISHES BUT
BEING INSIDE GOES ON
LOUISE (AGO 03)
I WANT LOUISE
DANCING BEE
I WANT LOUISE
IN THE NIGHT
ILUMINATED STAGE
BEE THOUSAND GIGS
PORTA UMIDA 18,19 AGO 2003
SOMOS IGUAIS QUANDO ESTAMOS JUNTOS
QUITES COM ELA
NADA EXISTE NESSE MUNDO SEM OPOSTO
A MENTE INCONTROLADA IMPELE AO CONTRARIO
TEM UMA FORMA MINHA ONDE NÃO POSSO TOCAR
UMA FORÇA ATRATIVA ESTÁ LÁ. E AQUI
DE CERTA FORMA SOU SUA PARTE INTEGRANTE
P43
ONDE ESTÁ SEU CORAÇÃO
ESTÁ SEU TESOURO
A VIDA É O RESULTADO
DE NOSSOS DESEJOS
PENSAMENTOS
LEMBRANÇAS PASSADAS
BEM SUCEDIDO È QUEM NÃO
RECLAMA DA SUA CONDIÇÃO ATUAL
TENTAR RECORDAR CONSTANTEMENTE
A MENTE PRECISA DE DISCIPLINA
ASSOCIAÇÃO COM O QUE É FAVORÁVEL
AO O Q Ñ É MATERIALISTA
COM OS DEVOTOS, COM OS LIVROS
DE PRABHUPADA, MAHA- MANTRA, DEIDADES.
Assinar:
Postagens (Atom)