sexta-feira, 16 de abril de 2004

Aos 25 do 10 de um ano qualquer, resgato isso dos meus arquivos pessoais. Trata-se de uma lingua que está (des)envolvida em mim:


ALITCHOSS
AUÊLÔ
BOTSÔ (T MUDO)
ESTRADA (TR=TRIP)
FÔTCHÚ
HATCHO (H=R)
HETA (TA=TÇA=1SÓ SOM=SOM DE CONTRATEMPO +A)
HIMTCHAILS
OILINTEL
PÊQPLÔS (S MUDO)
PLICAPL
PQ TCHÓIS (TC=TCHAU)
SABÁIT
SPÂÊ
SU
TAP TCHÓIS
TCAHPAH(T MUDO,H=F)
TCHOECAPLOT
TUÊPLOT (T MUDO)
TUÍSTUÍSTUÊ
TWIS
TYUASTAYPOO
UESBLITOHM (H=R)
WAIT AISPER (R MUDO. É UAIT Ñ UEIT)
WAIT ALL SO SPLET
WAIT OH SPLERE (AGORA É UEIT)
WAITASS (UEIT)
WAITCHÓ (TCH=TCHAU)
WALK TCHO
WEBLÔT
WELIBITCHAL

As diferenças entre um VENCEDOR e um PERDEDOR:


Um VENCEDOR é sempre parte da resposta;
Um PERDEDOR é sempre parte do problema;

Um VENCEDOR sempre tem um programa;
Um PERDEDOR sempre tem uma desculpa;

Um VENCEDOR diz: "deixe-me ajuda-lo";
Um PERDEDOR diz: "não é minha obrigação";

Um VENCEDOR enxerga uma resposta para cada problema;
Um PERDEDOR enxerga um problema para cada resposta;

Um VENCEDOR diz: "pode ser difícil, mas é possível";
Um PERDEDOR diz: "pode ser possível, mas é difícil";

Um VENCEDOR não vence pessoas, vence obstáculos e desafios.

desconhecido o autor

quinta-feira, 15 de abril de 2004

Nas cinco ultimas horas em que vc esteve pensando

Matar ou salvar a humanidade?
Onde pretendes chegar com isso?
Olhe em volta e diga
Onde está sua cabeça?onde pisas?
Suas ações são seus pensamentos

em busca da linha reta
em busca de ondas curtas
Voltado

Universo de ilusões sai de sua boca
Boquiabertos com ações semelhantes; mau-educados
Voltado

Cabeça de elefante
Corpo de vaca
Patas de crocodilo
Cabeça de cisne
Corpo de tartaruga
Patas de pato

Cabeça de elefante
Corpo de vaca
Patas de crocodilo
Cabeça de cisne
Corpo de tartaruga
Patas de pato

Cabeça de elefante
Corpo de vaca
Patas de crocodilo
Cabeça de cisne
Corpo de tartaruga
Patas de pato
Tem algo meu no endereço http://nacaixacabem6pessoas.blogspot.com

"Sou baterista. Não sou palhaço"
Feriadão na Cidade Maravilhosa

Hoje já é quinta- feira e quero dizer algo sobre o fim de semana ultimo.

Na quinta feira não fiz muita coisa. Assisti ao Elephant; na sexta houve gravação do MJ; estourou a guerra na Rocinha (briga por ponto. Policia despreparada, sem equipamento); durante a noite gravamos os efeitos da trilha do Hera na casa do Felipe e da Fatima.

Minha memória não está das melhores ultimamente. Ontem fui à estréia do curta 'Fernando José - O Cantor das Multidões', d'um amigo da facul. Lá encontrei uma antiga paixão, a Larissa Vereza. Depois fui a um barzinho com uma galera. Fui dormir 4:18h e acordei 7:30h. Estou no bagaço e com sede.

Porque o dia seguinte é horrivel?

D'eu me sentir fraco e sem intenso ser, com sono. Enfim, de ressaca. Não estou acostumado a fazer graça no meio da semana.

O próximo fim de semana promete: Copiar VHS para 'Los Modos'; ouvir e fazer cópia da musica do Fabiano para o Hera ... o audiovisual está tomando (conta do) meu ser. Q bom!

quarta-feira, 7 de abril de 2004

hojes

As pessoas estão me perguntando sobre o meu emprego, se o que ganho dá para me manter.

As pessoas estão preocupadas com o desemprego, que está grande, segundo a grande mídia.

Nunca me preocupei tanto com o destino economico-social dos países, mas é um assunto que tem me interessado ultimamente.
Pode ser que amanhã eu não queira pensar tanto nisso. Outras coisas já foram prioridades para mim. E hoje em dia nem quero vê-las pintadas.
Sou mutante, e isso é normal na minha idade e nesta Era de Ferro.

Sei que estou cantante e até me bolo quando vejo o contágio nos outros (resquicios da falta do saber o que fazer ou falar).

Estranho o fato das pessoas me olharem com cara de assustadas, mas que se fodam elas. Não posso me preocupar com o que penso do mundo. Ou pergunto se elas estão bem ou abstraio, enquanto não se verbalizar algo.

Acordei feliz hoje.
Na real, acordei de mal humor mais o clima lá em casa estava festivo. Tinha uma criança lá.


Outro hoje

Isotônico: água, suco de limão, açúcar mascavo, bicarbonato: 1l, ½ copo, 1 colher, 1 pouco

Bateria ayurveda

Modos: apresenta os personagens, eles falam, o resultado deles: desejáveis, indesejáveis ou mistos.

Certos riscos são inevitáveis se se tem coragem para viver.

A dor é inevitável. O sofrimento é opcional.
(valeu Goia)
MARÇO

Decisão do Parlamento da Indonésia de proibir beijo em público só demonstra o atraso e o preconceito da sociedade.

Tratamento doentio – chantagem – chamam duplo vinculo.

Pressão emocional ou psicológica. Mãe grita com filho para este não comer meleca (mania do menino em tempos de visita à vovó).
O menino, já grande, acoado pelo grito da companheira de trabalho ao assoar o nariz melequento na mão e balançar esta em direção a lata de lixo faz com que ele se levante e vá ao banheiro. Mas as coisas não ficam bem assim. Ele guarda magoas por não aprovar o método de educação – obedece mas não gosta de ser tratado assim. Tem que fazê-la pensar no assunto ignorando-ª.

Com a desculpa de estar cansado pois trabalha e estuda, nem dá bola p/ ela no dia seguinte.
Ele tem dificuldades em sorrir.

Sobre o tema veja “Festa em Familia” (1972) – Ken Loach

Não quero competição. Faço as coisas do meu jeito. No máximo, não ficar tão distante da equipe, mas ser único.

"Esta mañana me desperté con la espantosa noticia de lo ocurrido en España. Me dolió muchísimo saber de ese horror: gente que iba a trabajar, chicos que iban a sus lugares de estudio, volando por los aires.
La Asociación Madres de Plaza de Mayo repudia y condena este hecho terrorífico, que no se sabe aún quién cometió. Seguramente, serán seres retorcidos, malditos y malvados, que desprecian la vida.
Me solidarizo con el pueblo español, a quien le envío un abrazo profundo."
Buenos Aires, 11 de marzo de 2004

"Debemos evitar que la derecha manipule este criminal atentado para reforzar su política reaccionaria y antipopular. Aznar, Rajoy, Acebes y cía. pretenden confundir a los pueblos de España al asimilar la noción de terrorismo con la de autodeterminación y republicanismo"

Fidel Castro califica de "indignante e injustificable" el atentado y le expresa a Juan Carlos de Borbón sus "condolencias" y "solidaridad" (carta íntegra)

Estou assobiando e com a mão nos cheques do aluno. Estou deixando nos cheques mim.


segunda-feira, 5 de abril de 2004

Fim de semana Fome Cem


Sexta- feira à noite fui convidado pro show da Pelv's e Autoramas no Espaço Marun, Botafogo. Teria um gasto financeiro e fisico que impediram minha ida. Liguei para a Jenny para ver se podia ir na casa dela mas a moça estava cansada e pediu que eu ligasse no sábado. Passei na locadora, aluguei o Abril Despedaçado, fui para casa e acho que não fiz nada além de sofrer na frente da TV assistindo a programação normal da TV fechada.

No sábado acordei às oito mas só levantei nove e meia. Tendo que estar em Ipanema pegando o MD com a Manuela antes do meio dia e meia, hora marcada na Pça. XV com o Hudson para pegar o prato de bateria que estou comprando dele.
Na correria, chego na casa da manú umas onze e vinte e fico lá até dez para o meio dia. Testamos o aparelho, que dá um probleminha no 1º disco: o disco não toca, mudamos de disco e o outro toca. Como estou com pressa, levo o aparelho para testar mais tarde.

Saio de lá e tenho que passar antes no Saara para comprar um P2- P2. Encontro o Hudson com um atraso de 15 minutos. Fazemos a troca rapidamente. O prato está sujo de uso mas em boas condições. Pelo preço que é, vale a pena. Vida de pobre é assim. Compra o que precisa nas condições que pode e a oferta o é.
Tchau e lá vou eu pro Pechincha encontrar com o MJ (Mother Joan's, banda que toco bateria) para ouvirmos a gravação para o CD.

Até agora só engoli um café da manhã safado e - às duas da tarde - me ponho a ouvir, com Edio e gabi ( Pablo, o baixista, não veio) as musicas. Edio me mostra um rascunho do que vai ser o nosso programa de atrações. Vamos produzir uma espécie de esquete humoristica, com todas as piadas e bordões que esse tipo de entretenimento provém.

Teremos que regravar seis das treze musicas gravadas, a maioria por problemas técnicos causados pelo cara do estudio (o amigo carinhosamente chamado de berico).


Eu tinha a intensão de estar (mas não deu) na reunião com o futuro candidato a vereador - o produtor cultural, musico etc Rodrigo Quik, que lançou um manifesto da cultura independente carioca, o qual será o seu projeto em prol da cultura carioca legalmente apoiada. Não consigo chegar lá. Tenho o pé atrás quando o assunto envolvime política. Me interesso pelo manifesto por ser a proposta necessária para o RJ, mas política é #*@'!§.

Então saio correndo da casa do Edio para encontrar meu pai na Barra para irmos à Botafogo pegar instrumentos e o pessoal que vai gravar a trilha do Hera comigo... Só deu para gravar o piano, acho que quinta ou sexta terminamos as guitarras e algo mais.

Dois caras que tocam no Supercordas dão força e entram nesse grupo de musicos independentes. Depois partimos - voltamos - para a casa do Felipe e da Fátima em Botafogo: Videos, sono, cachaça, macarrão, musica, fumaça. Fatima me ensina a mexer no MD - que tinha dado problema novamente enquanto gravávamos o piano. Parecia que o disco estava arranhado, vicava pulando de faixa e o volume aumentava sozinho. Tivemos de gravar direto para o PC, o que diminui a qualidade.

Vamos dormir definitivamente quando já é dia. Acordo 1 e 45 da tarde e todos (Felipe, Fatima, nega e Bruno: amigos que caíram por lá também) ficam dormindo enquanto dou uma pitada e me vou.
Decido não acordá-los e jogo as chaves pela janela (moram no 2º andar). O barulho das chaves na grade acorda Fatima, que tem que descer e pegar as chaves comigo. Fico de voltar para passar a cópia do filme que deixei com eles em VHs para mini DV para passar para o Fabiano (outro colaborador) fazer a parte dele.
Vou para o Centro depois de comer um podrão em 'bota' e acabo assistindo ao filme do Silvio Tendler Glauber, O Filme: Labirinto do Brasil.
O filme não mostra a frase tão divulgada do CINEMA NOVO e o Sarraceni só aparece uma vez, e não diz nada, tomado pela emoção. O filme mostra o lado anarquico de Glauber que assustava até aos seus amigos mais intimos.
Num determinado momento do filme aparece uma gravação de Glauber esculachando os cineastas que beberam do cinema novo e nos 80 faziam porno- chanchada, e negavam o CN, mas eles não poderiam se afastar do CN (e voltaram a ele quando, alguns do que ele cita indiretamente, dão depoimentos sobre Glauber). Esses são os que estão aí hoje, sobrevivendo nesse mundo globalizado.

Um depoimento muito lucido do Jabor, já no finzinho da pelicula, nos revela que Glauber morreu cedo pois não conseguiria viver nesse mundo tomado pelo imperialismo (coisa que Glauber tanto repudiava) e pelos que desistiram e se renderam a essa invasão.

Depois desse gás, ligo para o Felipe para ver se rola de fazer a tal 'telecinagem' mas ele diz que vão à casa do Sandro (amigo, de outra banda). Deixamos em aberto para o feriadão e vou pra casa, afinal de contas estou há mais de 36 horas fora de casa e sem dar satisfações.

Ao chegar na Taquara, me lembro de tenho 3 trabalhos a fazer para provas: um é ver um DVD (Abril Despedaçado) e outro em VHS (Brasa Dormida). O Abril eu verei hoje, segunda feira e farei o que tenho que fazer. Já o brasa vai ficar dificil pois nem sei onde meti a fita e o trabalho é para quarta de manhã. Estou sem computador em casa e não conseguirei entregar esse trabalho. Três pontos a menos na avaliação ou seja o que se quiser. O terceito trabalho é decupar 10 minutos do material bruto de um curta (Lepra, que estou ajudando o diretor, Rodrigo Alayete, na edição de som).
Só que me lembro que lá em casa todos são espectadores fiéis à Rede Globo e se eu chegar cedo vou ter que pedir que se retirem da sala para que eu ponha o vhs, ou me meto no quarto para ver o dvd. Decido ligar para a Jenny, que prontamente me chama para visitar sua nova casa.

Desde sábado de manhã minha alimentação foi: um copo de vitamina e um pão francês no café de sab; um cachorro- quente à noite, antes de começarmos a gravar; uma macarronada esperta na casa deles depois da gravação; um salgado com caldo de cana no domingo quando saí da casa deles em Botafogo; um choquito, uma bananada e um Guaravita durante o filme do Silvio sobre Glauber.

Vou para a casa dela mas antes dou uma cagada no McDonald's (é só pra isso que ele serve mesmo) e compro um pacote de camisinhas e um chiclete Valda.

Chego lá e, depois de pisar num cocô de cachorro e limpar a sola do tênis numa graminha, me apronto para gritar seu nome quando eis que surge ela com um grupo de amigos (alguns eu conhecia) que foram lá para beber e conversar.
Eles estavam indo embora nessa hora e ficou estranho eles irem e eu chegar. Eles maldaram. Mas ficou uma moça, a Salinas. Nós três fomos comprar cervejas e a Sá reclamando que estava cansada e com fome. Jenny, a loira, a convenceu de subir mas chegando lá Jenny fissurou por cigarro e descemos novamente para ela comprar alguns. A Sá decidiu ir embora.

Subimos só eu Jenny e, depois de umas cervejas e muito papo soltei o verbo para ela. Ela disse que sabia que eu iria fazer aquilo. Mulher problemática. Disse que não estava a fim, que eu ia me decepcionar com ela, que ela é uma puta etc. Eu estava na cama com ela (como amigo) e insisti que não era o corpo dela que eu queria e piriri e pororó.
Resultado: eu fui chegando, e chegando e insistindo pois sabia que era jogo duro dela. Eu fui insistente e roubei-lhe um beijo, mesmo sendo ameaçado de nunca mais vê-la. Entrei na jogada e disse que queria aquele momento mesmo que nunca mais a visse, segundo sua ameaça.

Depois que a beijei (ela já estava de olhos fechados e sonolenta) ela se animou e disse:

_ Vc o fez!

_ Sim! Confirmei.

Daí as coisas tomaram um rumo inesperado. Ela foi se animando e se mexendo sensualmente a ponto d'eu tomar partido e agir. Eu não queria tranzar com ela. Eu a quero a ponto de manter um relacionamento. Ela me disse que acabou de terminar um namoro de quatro anos. O meu ultimo namoro foi há uns três anos.

Ela pediu para eu botar uma camisinha. Me atrapalhei pois não esperava tal reação da moça. Daí o fogo dela apagou.
Eu ainda fiquei lá um tempo tentando entender porque ela mudou tão repentinamente de opinião, e mudou de novo tão repentinamente quando.
Ela me perguntou se eu estava satisfeito e após minha resposta negativa disse que era claro porque ninguém gozou. Ela levou muito para esse lado, como se eu quisesse só comer ela. Confesso que durante os afagos bem que pensei ela estar fazendo aquilo de sacanagem (ela negou), que iria tranzar comigo e depois fazer o que fez:

_ Satisfeito? era o q vc queria?

Ela foi escrota comigo mas eu quero essa mulher.



em 05/04/04 as 13:23, edp




segunda-feira, 29 de março de 2004

Fim de semana mãe

A aula de sexta foi boa. O MJ tocaria hoje mas foi cancelado por vizinhos terem denunciado à policia e embarreirar o evento. Na semana anterior teve um show punk lá.
Fui a casa do Tiago, tava rolando uns comes e bebes. Fiquei lá até tarde e no dia seguinte tinha gravação do MJ.
Cheguei atrasado no estudio, como sempre, e conseguimos gravar as 13 musicas no tempo reservado. Só que em um take; só duas tiveram dois takes, Sarah Guitar e Velvet's Voice. Depois paramos lá em casa rapidinho. Eles foram embora e eu fiquei fazendo nada em casa. Não me lembro o que fiz de noite.

Domingo teve um bolo pois fora aniversário de minha mãe dia 25. Comi o meu pedaço de uma vez, brincando, pentelhando mesmo, o meu afilhado Pedro, de 5 anos. Eu pego no pé dele de vez em quando. Espero que isso não traga traumas ao menino. Quando eu era criança, meus tios tinham uma brincadeira sem graça de fazer cosquinhas ou nos prender entre suas pernas, de modo que não nos conseguiamos se soltar - eu, meus irmãos e primos. Não quero fazer isso com o Pedro e tento conversar mais com ele, mostrar para ele a realidade da vida além de desenhos animados da tv. Mas não é meu filho. Não posso querer educá -lo no pouco tempo que fico com ele.
Zoei ele a ponto de emputecer meu irmão e tive de parar. Subi para tentar estudar mas não passei da segunda folha. Botei um Neil Young e cochilei.

Ás quatro horas estava marcada a passagem de som na Casa do Rock, onde tocariamos na Taquara. Cheguei lá depois de insistente pedido de carona para meu irmão.
Só fomos passar o som lá pelas seis e meia. O espaço é maneiro, embora tenha tido pouca divulga. O som foi dos melhores e ,pela segunda vez, tocamos Incomplete Fern.
Na passagem de som estourei a pele do bumbo e as duas bandas qu tocaram anteriormente se fuderam por minha culpa. Comprei uma Super Bonder e a usei junto com os emplastro Sabiá que tinham providenciado. Não teve problema no show do MJ.
O show foi punk. Só me cansei na ultima, Carol's Sound, tocada logo depois daquela que eu canto. Nesta - 'IF' - errei duas vezes a entrada. Acostumado em tocá-la no violão e baladeira; no MJ tocamos-na versão punk rock.

Aí depois fomos eu, felix e tiago beber na nobreza, padaria do bairro, e zoar o garçon (coitado, o tiago colocou fios de cabelo na porção de fritas e pedimos pra trocar por outra). o cara lá disse que não veio com cabelo pois ele não estava molhado de oleo. Resultado: Comemos uma pizza pelo mesmo valor das fritas).

Daí fomos embora e ainda o felix foi lá em casa (isso umas duas e tantas da madruga) pegar uma porção de pistache ao molho marrom.
Experimentamos um pouquinho daquilo, ele foi embora e eu, dormir.

Segunda às seis e meia tenho que estar de pé. Ainda tenho esse semestre para ralar nessa empresa que me dá em troca a possibilidade de ter os bens de consumo que, na medida do possivel, posso ter.

29/03/04 as 17:30
edp

quarta-feira, 24 de março de 2004

INCOMPLETE FERN

INCOMPLETE FERN wishes to grow
multiply his cells
INCOMPLETE FERN wishes to discover
explore the material nature
INCOMPLETE FERN wishes to breath
pollute his little lung
INCOMPLETE FERN has to know
here suffering too mutch

INCOMPLETE FERN
LISTEN TO HIM

INCOMPLETE FERN wishes to eat
drink, have sex and defend himself
INCOMPLETE FERN borned
before get old, be sick and die
INCOMPLETE FERN came to earth
but he's spiritual soul
INCOMPLETE FERN wishes to shout
rail the midwife

INCOMPLETE FERN
LISTEN TO HIM

Take it easy, Woodstock!
The body perishes
But the being inside goes on



edp em 24/03/04 as 17:07h
Minha musica no Mother Joan's

segunda-feira, 22 de março de 2004

Fim de Semana Relax

Tudo começou na sexta, quando saí da aula mais chata e uma sensação de tempo perdido: Edição 2 era a aula. Não que o professor seja um merda, mas é que o cara não sabe dar aula. Ele mesmo disse:

- Montagem é método. Eu, como professor, sou um péssimo montador. Preciso de um método.

Ele é calouro.

Então saí da aula antes do fim pois não conseguia mais. Fui na farmacia do meu pai trocar de roupa e passei um desodorante da Adidas ...

Cheguei na Bunker e o Plet* já estava lá e fomos deixar as coisas lá dentro. Logo em seguida chega o Carlos* com o resto do pessoal e com o Lavajato. O carro estava arriado. Eram pessoas, instrumentos, ventilador etc

Entramos todos e, após darmos os nomes de quem botaríamos pra dentro - e de um cara vir me perguntar se sabia de alguém passando 'e', fui com o Rodrigo Bola comer algo... e tomar um Red Bull pois estava esgotado da semana. Lá fora da boate tinham umas ninfetas vestidas de preto .
Comemos e, quando voltamos, já tinha bem mais gente esperando para abrir a porta dos desesperados.


Passagem de som

Não houve. A porra do Luciano Vianna foi capaz de desligar a luz do palco na hora em que estava montando a bateria. Reclamei e obtive a resposta de que já havia sido mandado montar o instrumento há um tempão. Falei que não é só estalar os dedos não. Isso demora.
Saí da bateria e cruzei os braços. O pessoal tinha uma lanterna (preciso de uma urgentemente), e me adiantou.
A porra da boate ainda levou quase uma hora para abrir e começarmos a tocar. Dava muito bem para termos arrumado nossas coisas pacientemente.

Eu e mais umas cinco pessoas assistimos o show do Lavajato.

Depois fui direto para o quarto escuro, tirar uma soneca e relaxar pois estava quase passando mal. Lá tinham dois trios: uma moça na cama com dois caras e um cara dentro de um cubo na parede com duas moças. Todos homo ou bissexuais.
Um deles veio perguntar quem eu era e disse que era ninguém.

- Vc tem fotlog, ninguém?
- Não!!!
- Então tchau! Vc está mascando chiclete. Dá um pra gente. - pois estamos nos lambendo e vamos lamber mais umas pessoas por aí -

Dei o chiclete para eles e fiquei na paz com o trio da cama.
Umas pernadinhas. Nada demais. Logo, vejo o Edio* prá lá e prá cá. Pensei que era hora de tocar. E estava certo.


A Apresentação do SE

Começamos com Almas e emendamos com a do filme; depois tocamos 10000 hertz. Rufei os pratos nela toda. A ideia era eu ligar o delay na bateria mas pela questão de não termos luz na hora de montar os instrumentos não foi possivel instalar o pedal.

O pessoal gostou. Foi um bom show mas aquele lugar é deprimente. O RJ é deprimente. A musica se comercializou. O Bush e o Sharon estão fazendo todo mundo ficar deprimido. Vou tocar musica pop e ganhar dinheiro e partir para a colonia na Lua.

No fim do show os caras da banda de São Paulo subiram ao palco e conversamos no lugar seguro que ali era. Enquanto eu desmontava a bateria eles surgiram com um groove.

Daí foi só curtir um som, ter com a galera e perceber os doidos de ekztaze.

O cara que gritava incansavelmente e o cara que amassava a menina contra a parede e lambia todo o pescoço acima dela, batia as mãos na parede, curtindo a dele.

E por aí vai. Tomei umas cervejinhas, pois não estou num período muito alcoólico. Fui lá pra fora. Havia chovido.
O cara que estava gritando estava na porta da Bunker querendo ir embora e os seguranças não o deixavam ir. Não perguntei porquê mais ouvi dizer que ele ia sair sem querer pagar a consumação.

Distribui um zine para um pessoal e a menina do meu sonho do dia anterior. Logo depois começamos a vazar o grupo. Primeiro foi a Gabi* com o Edio, depois Plet , Danilo e, por fim, Carlos, Will* e eu.

Ainda rolou uma tensão pois baforei ali na frente, dentro do carro com a porta aberta e não vi que há uns vinte metros tinha um carro de policia parado. Nada demais. Só sei que saí para ver o preço do cachorro quente e, quando voltei que vi o carro da PM ali. A tensão maior foi quando visualizei um cop dando dura no Carlos, que estava já dentro do carro. O PM do lado de fora, como nos filmes que o guarda para o carro...

Mas me enganei: era um negão com chapéu a la Village People. Só vi que não era policia quando enxerguei um rasgo no seu braço. Mas mesmo achando que era cop fui corajoso, não vacilei, continuei andando pois dar meia volta significaria fugir.

Vamos! Amanhã preciso estar às dez em Copa de novo para a marcha contra - um ano de - a invasão do Iraque pelos norte- americanos.


SABADO 20/03/04

Acordo dez e doze e não vou ao manifesto. Que pena!

Reacordo ao meio dia. Duas horas tem ensaio do MJ e Gabi me liga oferecendo carona. Ok!

Ensaio redondo. Vamos começar a gravar semana que vem. Temos show na Taquara domingo e , na sexta, no Lava a jato do Gilson, onde foi o Rockaus.

Sabado se passa. Á noite, em casa, assisto Apocalipse Now Redux. Durmo no inicio do fim.


Domingo

Hoje tem reunião do curta metragem Hera e tenho que ir ao estudio Hyt mexer na dublagem. Fiquei de pegar um prato de bateria que comprei dum cara da lista do Mr. Bungle. A unica coisa que não aconteceu foi eu pegar o prato (o meu está agonizando)
A reuniao foi produtiva. Temos que correr para o filme estar pronto em maio. Temos que realmente correr, como Lola, ou mais. Sacanagem! está tudo bem.

Deixo para ir ao estudio à noite e só saio de lá as 23:10hrs.

Hoje é segunda e a semana rotineira é isso aí.

* : pessoas que tocam comigo.

edp em 22/03/04 as 16:08hrs













sexta-feira, 19 de março de 2004

Acho que vou no Pixies. Só falta ver a questão de ingresso.

10:45
Experimentos sonoros no palco quente da Bunker.

Sensorial Estereo na Bunker94 hoje, às 00:30h.
Mais duas bandas de SP.

19/03 10:44
dESCOBRIRAM UM PLANETOIDE QUATRO VEZES MENOR QUE pLUTÃO, O MENOR PLANETA DO sISTEMA sOLAR JÁ DESCOBERTO. CHAMA-SE SEDNA, EM HOMENAGEM A UMA DEUSA GREGA QUE TEM ALGO COM O FRIO.

POBRE COITADO DO SER HUMANO QUE PENSA QUE SABE TUDO MAS ESTÁ PRESO A ESTE PLANETA TERRA E A TECNOLOGIA RESULTANTE DA ALUCINAÇÃO DE SUA MENTE.
NÃO ERAM NOVE PLANETAS? OS LIVROS DE GEOGRAFIA SÃO INCONSTANTES!


FRANCESES ANUNCIAM QUE HÁ AGUA EM ESTADO SÓLIDO NO POLO SUL DE MARTE.

AGORA É QUE ELES PODEM BOMBARDEAR E POLUIR A TERRA PORQUÊ VÃO PODER COLONIZAR MARTE - COMO NO VINGADOR DO FUTURO - E A TERRA FICAR DESTRUIDAMENTE HABITADA POR QUEM SOBREVIVER A CATASTROFE ATOMICA.

POR EDP EM 19/03/04 AS 10:08H

terça-feira, 16 de março de 2004

O Dia Foda

O pior dia do ano, quiçá o pior da minha vida, em termos de acontecimentos desagradáveis consecutivos:


1

Trabalho no setor de cobrança de uma universidade particular. Logo pela manhã, ao chegar no trampo, sem ao menos ligar todos os computadores, já tinham duas pessoas pra eu atender. Tudo bem! Mas já sabia que o dia prometia.

Ás nove e meia, mais ou menos, entra uma mulher dizendo que quer resolver algo sobre uns cheques e está com pressa. Quando vejo o que é, digo que leva, no minimo, uns dez minutos para resolver. Enfesada, nem deixa eu continuar. Liga para o marido, diz que vai ter que colocar no DECON e que vai chamar a Globo. Tira a pasta com os comprovantes de depósito das minhas mãos e vai embora. Desenrola o circo. Começa a gritar - mais ainda - na secretaria para chamar atenção e o marido chega. Neste momento eu estava no telefone tentando resolver e só faltou eu apanhar do marido dela, que chegou soltando fogo pelas ventas e me acusando de debochado porque eu não me lembrava do histórico do assunto como eles.
Eles estão com a razão desde o momento que pagaram os cheques que, não sendo baixados no sistema, não podiam ainda ser devolvidos a eles. Erraram quando jogaram toda sua raiva pela instituição em mim, me chamando de merda e ameaçando me bater- o marido - , mas cachorro que ladra não morde. A Carla, que trabalha comigo assumiu e eu passei a atender uma senhora que ela atendia.

Foi eu quem os atendi em novembro. Naquela época em que ela trouxe o deposito já armou o maior barraco porque não queria que eu ficasse com o comprovante para dar baixa mesmo dizendo que daria um outro autenticado para ela. Eu deveria ter averiguado se a baixa foi feita e não o fiz. Isso pode até me custar o emprego (uma ex- funcionária foi mandada embora por causa disso). Advogado é foda, doente por seus direitos, agride os outros e gosta de aparecer muito mais que qualquer ator.
A história continua pois ainda têm dois cheques pendentes.
Da próxima vez que ela vier terei que sair de fininho.


2

O computador que comprei há mais de um mês está preso pela policia federal. Na loja em que o deixei para ver a placa de som, duas semanas depois da compra. Sustei os cheques da financeira eles que são brancos que se entendam.

O dono da loja de computação me prometeu entregar a maquina na sexta feira passada. Liguei na sexta e me prometeu para hoje. Liguei hoje e ele disse que está dependendo do delegado. Ou seja, não tem previsão (nunca teve).
Nem posso dar continuidade ao meu projeto em casa pois a minha camera - comprada no mercado livre de um cara que sumiu do mapa - também está fudida.


3

(Essa foi resolvida, mas é uma novela também): estive à beira de ficar de fora de um projeto em pelicula da faculdade por ter um projeto meu pendente: o documentário 'Os Modos da Natureza'.
Vou ter que editar o meu em casa para poder assinar como desenhista de som nesse outro e não ter perdido tempo. i. e., quando tiver o pc e a mini dv de volta.


edp em 16/03/04 as 17:39

segunda-feira, 15 de março de 2004

Fim de semana legal:

Sabado acordo apressadamente pois atrasado para trampar. Chego praticamente na hora. Há um movimento incomum de pessoas na redondeza, a maioria mulheres. Descubro que vai ter uma palestra de Pedagogia. Faço questão de passar pelo meio da fila de entrada do auditório. Tem mais feia do que bonita.

Hoje somos eu e Nathalia, que está triste porque ontem ficou até as onze no trampo. Era ultimo dia de matricula de alunos - sou funcionário do setor financeiro de uma instituição de ensino superior. A parada ontem 'bombou'!
Ela devia ter me ligado que eu vinha dar uma força. Estava no andar de cima tendo uma aula chata porém interessante pelo ponto de vista debatetório da ocasião: aula de Edição Cinematográfica: Vertov e as Vanguardas era o assunto em pauta.
O foda é que a galera fica com uma cara de bunda nessa sexta- feira chuvosa e, grande parte da turma tem outra aula depois (até quase onze da noite - hora em que já estou em casa).

Voltando a sabado: Não tinha nada para fazer, como todo sabado que trabalho. Apenas umas coisinhas a pôr em dia. Arrumar uma papelada.
Não tinha nada para fazer. O responsável pela Secretaria pediu que lançasse no sistema matricula de alunos que participaram de uma palestra a qual eles tinham que fazer um relatório resumido da atividade. A palestra foi sobre: Colocar em prática seus sonhos. Ser multi- funcional etc. Era um bolo enorme e eu ainda tinha que digitar a entrevista com a banda Nancyta e os Grazzers, feita por mim no primeiro dia do Festival Ruído.
Isso foi o sabado até às 12 horas. Fora o bate- papo com o pessoal da Secretaria no café da manhã que organizamos. Falavamos sobre carrinho de rolimã, policia e ladrão, arma de chapinha, video game ... infância enfim.

Daí fui lá na Casa de Cultura da Estacio na Barra para deixar o material do Mother (Joan's) e do Sensorial (Estereo), bandas que toco. Encontrei no ponto de ônibus a parte cultural do jornal do dia onde li os filmes lançados e o horário dos dois que pretendo ver o mais breve possivel : O documentário sobre o Glauber e o da familia pedófila (Na Captura dos Friedman).

Então ouvi um beck indo para o ponto de ônibus indo à casa do Edio. Almocei lá e fomos ensaiar com o MJ, que toca hoje mais tarde.

Ensaio redondo. A banda está numa fase de entrosamento legal. Ao terminarmos, estudio cheio de gente de outras bandas, pedi para o dono de lá, o Alberico, uma serra para concertar meu prato de ataque que foi destruido por um monstro no ultimo show do Sensorial em Villar dos Teles (péssima experiencia). O Edio havia deixado comigo o dinheiro do ensaio, que eu coloquei sobre um 'case' há vinte centímetros dos meus olhos. O alberico trouxe a serra, o Edio veio falar comigo algo sobre não me lembro o quê, desci para tentar serrar o prato (impossível. Só uma tico-tico mesmo. Na real, tenho que comprar outro prato mas, como tenho gasto com a DV Cam e com a porra do meu PC...). Lá em baixo Edio me pede a grana. Saio correndo pois havia esquecido sobre o case. É claro que a procura foi em vão. Fiz questão de comunicar a todos que estavam naquele estúdio para que não dessem mole com nada seu.
Segundo o berico, o suspeito nº 1 estivera reclamando (enquanto ensaiavamos) que estava sem grana e que teria que vender seus CDs.
Logo quando subi correndo atrás da grana e não a encontrei, perguntei para ele e mais dois caras, que eram quem estavam ali quando larguei a grana. Eles não viram grana nenhuma, é claro. Mas teve uma coisa que me chamou a atenção: chegou uma mina perguntando onde se conseguia cerveja por ali. O suspeito nº 1 foi levar a moça lá. O Alberico falou que o histórico do rapaz o condena. Fiz questão de aguardar o retorno deles do bar para conferir se o cara sem grana estaria com uma garrafa de vodca na mão. Realmente só vi uma latinha na mão da moça , mas chamei o cara e falei para ele:

_ Aí, a parada sumiu mesmo!

_ Porquê, estais desconfiando de mim? responde o animal assustado.

_ Não! de maneira nenhuma. Só estou te alertando para que não dê mole com seus CDs porque tem ladrão por aí.

Pronto. Era só isso que eu queria.

Paguei 24 pratas do meu bolso e fomos embora. No carro rolou um papo de que ele jogou o feitiço no local e eu caí de besta. (o nº 2 eram todos os outros).

Paramos numa lanchonete para um lanchinho. O meu açaí demorou para ficar pronto enquanto conversávamos - encontramos o Plet, do Sensorial, que foi lá comer com a gente. Ele estava à caminho do Cine Íris.
Li em voz alta um capítulo curtinho de um livro que o Pablo (baixista do MJ e monarquista) puxou de um político brasileiro qualquer dos anos cinquenta. Era algo como anarquismo (idiotismo, indicatismo, sei lá) mas com o Estado hierárquico de base. Fico devendo o nome do autor e o título do livro.
Meu açaí chegou e, lá pelo meio do copo (depois do Plet ameaçar botar pimenta e cathchup no meu copo) sou forçado a dar umas mastigadas numa substancia sólida, como ... vidro. Coloquei para fora o que sobrou daquela substancia e era ... vidro. Educadamente cuspi o que tinha na minha boca na lata de lixo e fui chamar o gerente com o pedacinho nos dedos. Resultado: obtive de volta meus R$ 2,50 (eu sugeri que me fosse retornado o correspondente a metade do valor total do produto, já que consumi a metade, mas o homem me voltou tudo. Calou minha boca e ainda ganhou uns "Boa noite!".

Então vamos para o 911 em Bento Ribeiro!
Estava rolando um estresse entre minha pessoa e o Victor, baterista de outra banda. Era para levar tudo de bateria e minhas coisas ficaram na casa do Plet. Precisaria de duas estantes de prato e a maquina da caixa. Já tinha ligado pro Victor no dia anterior e ele disse que não teria como emprestar porquê as coisas dele eram programadas para a altura dele (ele usa bateria eletrônica? pensei) etc
o MJ levou os microfones que seriam usados por todas as bandas. Nada mais justo que o cara ceder. Na pior das hipóteses não haveria show pois também não emprestariamos os microfones.
Mas ele cedeu e me emprestou as duas estantes. Fiquei até envergonhado de mostrar meu prato todo fudido.

O show do MJ foi o melhor dessa formação (mais de um ano), segundo Edio, o fundador da banda. Os 'ganços' (erros dos musicos) não atrapalharam o bom andamento e alegria geral da nação que nos assistiu. Ressalva à primeira vez que tocamos minha musica, 'O Feto Incompleto'. Primeira vez que canto em uma banda num palco para um público. Tocamos uma cover de 'Beat on the Brat', dos Ramones.

As outras bandas também fizeram uma apresentação bem legal. Palmas para o Inverdônia. A DownYard (banda do baterista viado) nem vi, fiquei sabendo que não era a melhor da noite. A ultima banda apareceu de ultima hora. Era a banda local. Uns moleques de cabelo encaracolado tipo Valderrama. Ska- qualquer coisa.

Tinha bastante gente no local. Temos que voltar a tocar lá. Até para eu chegar na menina que me interessou aos olhos.

A noite acaba e voltamos para casa. Foi festa de um ano do meu sobrinho, Raphael. Comi varios pedaços de bolo e cama, ou melhor, chão. Minha cama está amontoada de embrulhos e sacolas.
Coloco o relógio para me acordar às 11h.

Domingo foi mais relax. Teria a gravação da trilha do curta- metragem 'Loucura Casual' mas foi adiado pois o Quarto Quente Estudios estava pintando.

Só rolou a gravação do diálogo do 'Hera', outro curta da facul. Correu tudo bem e saí de lá às nove e meia correndo para o show de bandas na Taquara. A gabi (do MJ) me ligou e disse que já haviam tocado duas bandas. Peguei o 268, desci na Merk, peguei carona no 691 e cheguei no local quando tocava a ultima. Só para os pais deles e para as outras bandas. Saí dali pois estava cheio de sono.
Um ônibus cheio parava num ponto perto dali e saiam os torcedores {Flamengo e Botafogo (1 x O para o Bota)}. Já era tarde e o jogo terminara há horas.
Apertei o passo pois a rua é meio escura. De repente ouço lá de trás:

_ A cabine ali, cara!

OBS: No cruzamento da Nelson Cardoso com a Tindiba, no Largo da Taquara, tem um posto policial.

Quando olho para trás vejo um negão a um metro de mim preparado para o boxe. Levo dois socões na cabeça. Só tenho tempo de gritar:

_ Peraí, irmão, sou flamenguista!

Deu certo. O cara desiste de me espancar e diz para eu andar. Não! correr.

Sorte minha ele não ter acertado meu rosto.
Depois pensei que devia ter gritado para ele bater em alguém do seu tamanho, podia ter chamado a policia, mas na hora só queria chegar em casa, saciar meu estômago, botar gelo na cuca e dormir.
Não comuniquei a ninguém em casa pois não adiantaria mesmo.

Estou agora ouvindo o Are Tou experienced? do Jimi Hendrix e deixa eu ir trabalhar.

EDP em 15/03/04 às 10:32 am

sexta-feira, 12 de março de 2004

COMUNICADO ÍNTEGRO DE ABU HAFS- AL MASRI

'¿Quién os protegerá de nosotros?'

EFE



EL CAIRO.- Esta es una copia del comunicado del grupo que reclamó la autoría de los atentados de Madrid, que viene firmado por las Brigadas de Abu Hafs-Al Masri, una de las facciones de la red terrorista Al Qaeda, y cuyo texto completo es el siguiente:

"En el nombre de Dios, Clemente y Misericordioso, cuando te castigan, tienes que castigar del mismo modo a quienes te castigaron.

Mátalos allí donde los encuentres; expúlsalos como ellos te expulsaron; la sedición es más grave que el asesinato.

A los que cometen agresiones contra ti, debes hacerles lo mismo.

Las Brigadas de Abu Hafs al Masri prometieron en su último comunicado referente a las explosiones de Kerbala y Bagdad del 2 de marzo de 2004 que se preparaban para próximas operaciones y hemos cumplido nuestra promesa: el escuadrón de la muerte ha conseguido penetrar en la profundidad de la Cruzada europea, golpeando a uno de los pilares de los Cruzados y sus aliados: España, con un golpe doloroso. Es parte de un viejo ajuste de cuentas con el Cruzado España, aliado de (Norte) América en su guerra contra el islam.

¿Dónde está América, Aznar? ¿Quién os protegerá de nosotros a tí, a Gran Bretaña, a Italia, a Japón y a otros agentes? Cuando golpeamos a las tropas italianas en Nasiriya ya enviamos a los agentes de América una advertencia: retiraros de la alianza contra el islam. Pero no entendisteis el mensaje.

Ahora ponemos los puntos sobre las íes. Esperamos que entendáis el mensaje.

Nosotros en las Brigadas de Abu Hafs al Masri no nos entristecimos por la muerte de civiles. ¿Es legítimo que ellos maten a nuestros niños, mujeres, ancianos, jóvenes en Afganistán, Irak, Palestina y Cachemira, mientras que es pecado que nosotros los matemos a ellos? Dios Todopoderoso dice que "a aquellos que te agreden, debes agredirlos".

Sacadnos las manos de encima, liberad nuestros presos y salid de nuestra tierra, os dejaremos en paz.

Los pueblos de los aliados de Estados Unidos deben forzar a sus gobiernos a terminar esa alianza en la guerra contra el terrorismo, que significa guerra contra el islam. Si cesáis la guerra, nosotros cesaremos la nuestra.

Os decimos: el Escuadrón del Humo de la Muerte os alcanzará pronto en un sitio donde podréis ver muertos a miles, si Dios quiere, y esto es una advertencia.

Decimos a los musulmanes de todo el mundo que el golpe de los Vientos de la Muerte Negra ya está en su fase final, en un noventa por ciento, si Dios quiere, en su momento apropiado.

En otra operación, los Escuadrones de los Soldados de Jerusalén golpearon a los judíos y a los masones en Estambul, y tres masones importantes murieron en aquella operación, y si no fuera por un fallo técnico, habrían muerto todos los masones.

Decimos al Escuadrón Bilal ibn Rabah que hemos aceptado la oferta, y tras la llegada del delegado, comenzará la acción.

Y decimos al Escuadrón Abu Ali al Harfi que el liderazgo (de Al Qaeda) ha decidido considerar a Yemen el tercer pantanal, y dar una lección a su Gobierno apóstata que viene justo después de Pervez Musharraf. Por ello, todas las células deben estar alerta y la acción comenzará en 4515.

Y decimos a los que matan a ulemas musulmanes suníes en Irak que levanten las manos, o de lo contrario....

Aviso a las naciones: no os acerquéis a las instalaciones civiles o militares de los Cruzados americanos o sus aliados.

Dios es Grande, Dios es Grande. Ya llega el Islam.

Brigadas de Abu Hafs al Masri-Al Qaida.

Jueves 20 Muharram 1425-11 de marzo 2004.

em 12/03/04 as 10:08
DECLARACIÓN DEL COMITÉ EJECUTIVO DEL PARTIDO COMUNISTA DE LOS PUEBLOS DE ESPAÑA ANTE LOS ATENTADOS OCURRIDOS EN MADRID HOY (11/03/2004)





1.- El CE del PCPE rechaza las acciones violentas contra la población civil, sea cual sea el pretexto, y más en este caso que las víctimas son trabajadores, trabajadoras y estudiantes que se desplazaban a su puesto de trabajo. Esta es una posición aprobada por los Congresos del PCPE, que hoy el CE reitera con más firmeza si cabe.



2.- El CE del PCPE se solidariza con las personas afectadas por estos atentados y expresa su pesar a los familiares de los fallecidos.



3.- El CE del PCPE rechaza todo tipo de instrumentalización política de esta desgracia. Las fuerzas imperialistas y neoliberales han hecho de la lucha contra el terrorismo estrategia de legitimación de su sistema de dominación, de los recortes de la democracia y de las libertades, así como línea política intimidatoria para tratar de mantener el proceso de acumulación del capital y de explotación de la clase obrera. Dicha línea política solo lleva a una cadena de reacciones que alimentan una espiral de violencia que obstaculiza cualquier salida política democrática a los conflictos y anula el protagonismo de las masas en la resolución de los grandes problemas.



4.- El Gobierno del PP se ha caracterizado por una actuación política de agudización de los problemas para tratar de legitimar las acciones de violencia que se realizan desde los distintos aparatos del estado. Tanto en el caso de Euskal Herría como en el tema de Irak la línea de actuación es la misma.



5.- El CE del PCPE reclama la solución negociada de los conflictos sobre la base del respeto de la soberanía de los pueblos, el derecho a su libre autodeterminación, y un orden internacional de justicia social, democracia y paz. El respeto al derecho ajeno es la paz.



COMITÉ EJECUTIVO DEL PCPE. MADRID. 11.03.2004

em 12/03/04 as 09:49h

terça-feira, 9 de março de 2004

Noticias de fevereiro de 2004


Estar com a cabeça em algo - em mulher(es), p. ex. - é pensar menos em outras coisas.

Naquelas, tamanho poder que exercem sobre os homens.

Sensação mariana ao sentar-me após pegar impressão e passar pela clubber no núcleo de apoio.

Mulher de meia idade decide se bronzear com segurança no fogão de sua cozinha.

Jovens não tem noção do que é ter filhos, mesmo assim os fazem.

O que mantém as grandes empresas são falcatruas e a mão de obra barata.

A policia é paga para ser violenta. Não se deve reagir a ela desorganizadamente.



ALUCINÓGENAS

Papoula, ou "flor do prazer" para os chineses

Albert Hofmann, por acidente, descobriu o amor.

Ken Kesey lutou pela liberdade do uso da droga da liberdade.

John Pemberton é um dos maiores inventores dos ultimos séculos.

MDMA é descoberto e logo banido por governos que dizem ser exemplares.


Edp
09/03/04 - 16:41h





segunda-feira, 8 de março de 2004

Mais sobre o Carnaval Revolução:

http://www.rraurl.com/cena/coluna.php?rr_coluna=14

http://www.proximacentauri.blogspot.com